
Pobres proletários!! São os principais responsáveis pelo lucro de seus exploradores e o que ganham com isso?!? Mais ordem, mais trabalho, mais alienação e menos tempo para si e para sua família. São sugados ao máximo, cada vez tendo que produzir mais e mais, e trabalhar numa velocidade acelerada, para o serviço "render", para gerar cada vez mais lucro e consequentemente mais capital para seu patrão, e continuar levando uma vida mesquinha, que no fim do mês não lhe sobra um trocado nem para o cinema e menos ainda para um livro. Passam o dia trabalhando como se fossem máquinas, sendo mandado e muitas vezes humilhado,trabalhando preso há um relógio, e a um patrão egoísta e medíocre, em um trabalho, caracterizado como alienado e não se tem um reconhecimento da força de trabalho do operário. E quando o expediente acaba, a única vontade que predomina é de se alienar, assistindo programas de televisão onde a realidade parece ser bem distinta da sua ... atores belos, perfeitos com muita grana e sempre felizes, quem não almeja uma vida assim?!? E é esse o papel da televisão concomitante com a classe dominante: nos alienar cada vez mais para que continuemos a viver como cachorrinhos (aqueles que ficam atrás dos carros e só balançam a cabeça concordando com tudo), pois qual seria a vantagem e o lucro desses porcos capitalistas se os trabalhadores recebessem o salário justo de sua produção e mão de obra?!? Pois já que para eles a acumulação de capitais e a exploração de pessoas são os seus maiores prazeres.
Segue uma música que vale ser analisada.
"Enxugando o gelo, sua realidade segura por um fiapo de cabelo
Apego pelo tempo, melhor não tê-lo; segurá-lo, não quero, nem há como contê-lo
No último capítulo, vimos nosso herói encontrar-se em maus lençóis
No momento crucial em que teve sua piada mensal fatiada, ao realizar a manobra arriscada de manter ao mesmo tempo: comida no prato, iluminação, água pro banho, bom nível de informação e temperamento intacto.
A seu favor, ele conta com sua quase total imunidade espiritual, corpo e humor à-prova-de-contas, além de uma dose generosa de honestidade fazendo o diferencial
Contra ele, credores-comedores-de-cabeça, agiotas ultra magnéticos (além de outras aves de rapina menos cotadas) de butuca, em cada esquina.
Corte pra outra cena, sem anestesia. A liberdade estendida na sua frente tendo um ataque de epilepsia.
Ordem para o povo, progresso pra burguesia.
Tele-apatia, nossa ação já se encontra no campo do movimento condicionado.
Sorria, você está com o filme queimado.
Uma vez mais sua volta será necessária, pra ver se deixa tudo pelo menos no empate (ou zerado) Sigo na batida, a frequência desse pensamento não pode ser captada com perfeição por um receptor enferrujado pelos padrões do dia-a-dia.
Enxugando o gelo, sua realidade segura por um fiapo de cabelo.
Apego pelo tempo, melhor não tê-lo; segurá-lo, não quero, nem há como contê-lo.
Mudanças no eixo terrestre...
Escassez de água
Peixes com 3 olhos caminham saudáveis pela Baía de Guanabara.
Naquela fase da vida em que a conjunção “tempo-é-dinheiro” é quase como um eclipse.
Cidadãos passeiam por jardins floridos, tendo como fundo o céu decorado por mísseis (em queda) Subsídio da vida para o cultivo de poetas.
Subsídio da mídia para o cultivo de amebas.
Inseminação natural de idéias.
Minha mente é como um quilombo moderno: lugares para todos os pensamentos refugiados pela insensatez reinante no planeta terra." ((letra: Bnegão, Base: Rodrigues))
Apego pelo tempo, melhor não tê-lo; segurá-lo, não quero, nem há como contê-lo
No último capítulo, vimos nosso herói encontrar-se em maus lençóis
No momento crucial em que teve sua piada mensal fatiada, ao realizar a manobra arriscada de manter ao mesmo tempo: comida no prato, iluminação, água pro banho, bom nível de informação e temperamento intacto.
A seu favor, ele conta com sua quase total imunidade espiritual, corpo e humor à-prova-de-contas, além de uma dose generosa de honestidade fazendo o diferencial
Contra ele, credores-comedores-de-cabeça, agiotas ultra magnéticos (além de outras aves de rapina menos cotadas) de butuca, em cada esquina.
Corte pra outra cena, sem anestesia. A liberdade estendida na sua frente tendo um ataque de epilepsia.
Ordem para o povo, progresso pra burguesia.
Tele-apatia, nossa ação já se encontra no campo do movimento condicionado.
Sorria, você está com o filme queimado.
Uma vez mais sua volta será necessária, pra ver se deixa tudo pelo menos no empate (ou zerado) Sigo na batida, a frequência desse pensamento não pode ser captada com perfeição por um receptor enferrujado pelos padrões do dia-a-dia.
Enxugando o gelo, sua realidade segura por um fiapo de cabelo.
Apego pelo tempo, melhor não tê-lo; segurá-lo, não quero, nem há como contê-lo.
Mudanças no eixo terrestre...
Escassez de água
Peixes com 3 olhos caminham saudáveis pela Baía de Guanabara.
Naquela fase da vida em que a conjunção “tempo-é-dinheiro” é quase como um eclipse.
Cidadãos passeiam por jardins floridos, tendo como fundo o céu decorado por mísseis (em queda) Subsídio da vida para o cultivo de poetas.
Subsídio da mídia para o cultivo de amebas.
Inseminação natural de idéias.
Minha mente é como um quilombo moderno: lugares para todos os pensamentos refugiados pela insensatez reinante no planeta terra." ((letra: Bnegão, Base: Rodrigues))

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